Quando Nada exibe imagens de um peixe laranja que carrega, preso à cauda, um pedaço de papel onde se lê, em meio ao vai-e-vem verde do aquário, a palavra nada, desmanchando a idéia da língua como instituição gerada longe da vida comum. Estabeleço relações entre palavras e imagens e o lugar onde esse encontro acontece. Uma e somente uma palavra, realiza uma interlocução com a imagem ou as imagens que a acompanham. Fragmentos possíveis de uma memória.
Vitória | Brasil Maio 2006
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